Quando até as baratas nos confundem

É bom, mesmo que pareça ruim e bobinho, o ensaio de debate sobre a orientação política que predomina no movimento das baratas na Índia. Os jovens nas ruas são de esquerda, são de direita, são disruptivos, são apenas antissistema? Observadores com idades ao redor dos 50 anos ou mais – e a milhares de quilômetros

A presidente da UNE, Lula, os jovens, as ruas e os celulares

Se nem celular tem, como o presidente Lula pode querer entender os jovens? Como poderá enfrentar Nikolas Ferreira, que domina o celular e as redes sociais? Esse é um resumo possível de uma das pautas da presidente da UNE, Bianca Borges (foto), em entrevista ao Estadão. Já sabemos que os jovens, as abelhas e os

O powerpoint do Estadão

O Estadão mantém essa chamada na capa da versão online desde ontem pela manhã: “Haddad só bate Tarcísio entre jovens e idosos, mais ricos e mais escolarizados, aponta Atlas/Estadão” É uma chamada tipo powerpoint da Andréia Saddi, porque a palavra “só” não faz sentido. Como “só” entre jovens, idosos e mais escolarizados? Só isso? O

O macho jovem argentino se abriga na extrema direita para pedir socorro

Compartilho texto que está no site do jornal El Destape, de Buenos Aires, sobre o fenômeno do engajamento dos jovens argentinos às ideias de Javier Milei e da extrema direita. É uma leitura que nos interessa, porque o Brasil ainda está escapando da adesão em massa dos jovens a projetos e ações ‘disruptivas’ identificadas com

A incapacidade da esquerda de abrir espaços para mais Beneditas e Jandiras

Uma cena da terça-feira do horror na Câmara pode ajudar as esquerdas na reflexão sobre um presente cheio de tabus e barreiras para que vislumbre alguma perspectiva de futuro. É a cena em que Glauber Braga sai do plenário e caminha cercado pelos colegas, com o nó da gravata desatado e a bainha da camisa

Só os jovens são maioria na rejeição à matança no Rio

Um dado nos conforta no meio dos números assustadores das pesquisas sobre o apoio da população à chacina no Rio. Segundo o Datafolha, os jovens de 16 a 24 anos são o único subgrupo com posição majoritária de rejeição à operação que levou à matança. Uma rejeição de 59%. Parece uma informação localizada sobre uma

Nos Estados Unidos, na Europa e também aqui por perto, na Argentina, os jovens são parte importante do lastro social de projetos políticos de figuras de expressão do fascismo. Mas não é o que acontece no Brasil. Essa é a pauta do meu texto quinzenal no jornal Extra Classe, com link logo abaixo: https://www.extraclasse.org.br/opiniao/2025/06/moises-mendes-os-jovens-sao-reacionarios-mas-ate-por-ali