As mulheres e o extremismo que mata

Levei muita bordoada quando escrevi em meu perfil no Facebook, pela décima vez, e sem nenhuma originalidade, que o feminicídio é mais do que expressão do machismo histórico, é hoje uma doença social do fascismo bolsonarista (é o mesmo texto que está antes deste no blog). Muitos comentários tentaram tirar meu ‘lugar de fala’, certamente

O fascismo homofóbico ataca em qualquer lugar

O casal homoafetivo massacrado em Porto de Galinhas é mais uma prova de que a misoginia, a homofobia, o racismo e a xenofobia se misturam como doença do fascismo. Chega dessa conversa do século 20 de patriarcado isso e aquilo, quando o assunto é feminicídio e violência dos machos contra mulheres e os considerados diferentes.

Os homens matam mulheres porque são orientados a serem violentos por líderes extremistas, por redes sociais e redes de tios do zap cruéis, misóginos, transfóbicos e racistas. E porque mulheres bolsonaristas aconselham outras mulheres a serem submissas e obedientes. É o meu artigo no Extra Classe, com link logo abaixo: https://www.extraclasse.org.br/opiniao/2025/12/o-feminicidio-e-uma-doenca-do-fascismo/

O uso de balas de borracha para cegar manifestantes é um recurso sempre à mão da extrema direita. É tarefa de todos, e não só dos vereadores, tentar entender e evitar a repetição do aconteceu essa semana na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Abaixo, o link para meu texto no Extra Classe. https://www.extraclasse.org.br/opiniao/2025/10/a-bala-de-borracha-sempre-foi-a-expressao-do-fascismo/

Como Luiz Fux seria recebido hoje em Bento Gonçalves?

A elite da velha direita e da nova extrema direita de Bento Gonçalves, na Serra do Rio Grande do Sul, deve estar entre confusa e pesarosa com a situação do ministro Luiz Fux. Em maio de 2022, grandes empresários e altos executivos bolsonaristas impediram que o magistrado aparecesse na cidade. Fux foi alertado sobre o

Todo mundo joga pedra no extremista moderado

Facções da bandidagem paulistana jogam pedras nos ônibus de uma cidade abandonada pelo desgoverno na área da segurança. Facções do bolsonarismo em desalento atiram pedras no governador, que nesse momento está trepado num muro estreito e frágil. Tarcísio de Freitas não controla os atiradores de pedra da capital sem lei. E não dá sinais de

As pedradas de hoje e o maio em que os bandidos pararam São Paulo

Em maio de 2006, São Paulo sofreu ataques em série, quase diários, contra delegacias, policiais, viaturas, cadeias, fóruns, prédios públicos, ônibus. O PCC saía pela primeira vez às ruas, depois de comandar rebeliões nas prisões. Foi a reação à decisão do governo, conduzida pela Secretaria de Administração Penitenciária, de transferir 765 presos para a penitenciária

Temos episódios diários, muitos trágicos, que denunciam como a extrema direita levou o país a um estágio de violência, raiva e preconceito que deixa sequelas irreversíveis, quase sempre em nome de Deus, da pátria e de farsas aparentemente morais. É o tema do meu texto quinzenal no jornal Extra Classe, com link logo abaixo: https://www.extraclasse.org.br/opiniao/2025/06/violencia-e-odio-acionados-em-nome-de-deus

Globo fala da violência em São Paulo e esconde Nunes, Tarcísio e Derrite

O Fantástico conseguiu fazer uma longa reportagem sobre o aumento da violência e do roubo de motos em São Paulo, sem citar em nenhum momento as altas autoridades da capital e do Estado, todas terrivelmente bolsonaristas. Sem nenhuma referência ao prefeito terrivelmente bolsonarista Ricardo Nunes, sem lembrar que o governador é o extremista terrivelmente moderado