O JORNALISMO DEVE DIZER A BOLSONARO: NÃO MORREU AQUI ESSA HISTÓRIA

Bolsonaro lançou um desafio ao jornalismo, quando disse, no seu papel preferido de caricatura de ditador, que os motivos da demissão dos chefes militares são assunto dele e do novo ministro da Defesa. Só ele e o general Braga Netto saberiam o que aconteceu. E pronto. Essas foram as frases de Bolsonaro, na live de

BOLSONARO DESMORALIZA ATÉ O IMPONDERÁVEL

Vão fracassar os que tentarem se lembrar de todos os grandes desatinos de Bolsonaro que resultaram em sequelas políticas. Sem a ajuda do Google, é impossível. E em alguns dias é provável que tenhamos esquecido até, como fato relevante e surpreendente, que ele mandou embora quatro comandantes militares de uma só vez. Mandou dois generais,

A LIÇÃO DOS VIZINHOS PARA A PRESERVAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS

O general Fernando Azevedo e Silva sai dizendo que preservou as Forças Armadas como instituições de Estado. Não há como duvidar dos dilemas institucionais e dos dramas pessoais que o confrontaram com os impulsos autoritários de Bolsonaro. O general pode ter cansado de brincar de golpe ao lado do chefe inseguro. Mas Azevedo terá de

CHAMEM O GAITEIRO

Os ministros militares decidiram entrar com uma representação na Procuradoria-Geral da República contra Gilmar Mendes. É pela acusação de Mendes de que as Forças Armadas são cúmplices do genocídio da pandemia ao manterem um general como ministro da Saúde. Bolsonaro queria uma trégua com o Supremo enquanto cuida do complicado caso do Queiroz e toma